Madre Tereza de Calcutá

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , on 17 de junho de 2011 by olavosaldanha

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Nestes tempos de facilidades universais, de materialismo, consumismo desenfreado, da ideologia dominante do “O mundo é meu negócio”, exemplos de vida de pessoas como Madre Tereza mostra que a sociedade precisa de mais do que o pão.

Doar coisas torna-se até sintomático, um ato gerado de uma moda, ou de uma dica da auto-ajuda, um ato gerado sem a motivação do amor, apenas uma automedicação espiritual.

No entanto, amar é para quem insiste em aprender este sentimento porque quer vivê-lo. Depois de educado no amor a nossa perspectiva de mundo muda, e mudando a visão, muda tudo.

Madre Tereza gostava de dizer: “Em cada pessoa eu vejo Cristo. E porque Cristo é sempre o único para mim a qualquer momento – Cristo é aquele que fica em frente a mim, precisando da minha ajuda”. E Cristo afirmava “Na medida em que você faz isso a um destes meus pequeninos, a mim o fizestes.”

Madre Teresa – no mundo Agnes Gonzha Boyakshu – nasceu em 1910 na Albânia, numa família bastante rica. A Família Boyakshu era católica – estava em minoria entre os muçulmanos albaneses e sérvios ortodoxos.

O grande momento para uma vida que se entregaria aos pobres foi um episódio dramático. Madre Teresa, num determinado encontro, viu coberta de chagas, apodrecendo viva e incapaz de se mexer, uma mulher que estava em um carrinho de mão num hospital ao lado do seu filho… e ela ficou lá na entrada. Madre Teresa teve vontade de intervir, mas não podia: “Eu não poderia estar junto dela, tocá-la. Eu fugi. E nessa fuga comecei a pedir: ” Quero um coração cheio de amor, pureza e humildade que eu possa aceitar a Cristo, tocá-lo, o amor de Cristo, nas ruínas do corpo. Depois que eu voltei com ela, lavei-a e ajudei-a a morrer com um sorriso. Esse foi o meu sinal. “

Depois desse evento, sentindo-se presa, Madre Teresa escreveu uma carta pessoalmente ao papa pedindo para deixar o mosteiro. Em 1948, aos 38 anos de idade, com um vestido comprado no mercado barato, deixou seu curso, o mosteiro, sua família e desapareceu em uma das piores favelas de Calcutá. Nunca mais voltou.

O alcance da misericórdia dessa mulher neste dia gerou uma corrente de Caridade com cerca de 300.000 membros em 80 países – uma rede global de orfanatos, abrigos, hospitais colônia de leprosos, e em Calcutá, em um centro de reabilitação para hanseníase, e uma infinidade de seguidoras que abraçaram sua causa.

Madre Teresa morreu em 1997. Escreveu: “Eu senti que o Senhor estava esperando para que eu voluntariamente desistisse de uma vida tranqüila na minha ordem e saísse às ruas para servir aos pobres. Foram instruções simples e claras: eu tive que deixar as paredes do mosteiro para viver entre os pobres. E não apenas os pobres. Ele me chamou para servir os desesperados, os mais pobres em Calcutá – aqueles que não têm nada nem ninguém, e perto dos quais ninguém quer chegar, porque eles são contagiosos, sujos, eles estão cheios de parasitas, de modo que não pode nem mesmo ir mendigar, porque eles estão nus, não têm mesmo panos para cobrir o corpo, não podem comer por causa do cansaço. Eles não choram mais, porque não têm lágrimas. Jesus me mostrou essas pessoas durante minha vida, e ele queria que eu as amasse. Deus precisava de minha pobreza, da minha fraqueza, da minha vida, a fim de demonstrar seu amor aos pobres…“.

Nas pessoas mais carentes de Calcutá, eu amava Jesus. Aqui não há tempo para ficar entediada, para reclamar da vida. Eu tenho vivido e confiando totalmente na vontade de Deus. Eu senti cada minuto da sua presença, ele se envolveu direto na minha vida.

Pouco antes de sua morte, um repórter perguntou-lhe: “Você tem medo da morte?”. Madre Teresa respondeu:

Não, absolutamente não tenho medo. Eu vou voltar para casa. Você tem medo de voltar para casa com seus entes queridos? Estou ansiosa pela morte, porque depois que eu conheci Jesus e todo aquele povo durante minha vida terrena… Vai ser um encontro maravilhoso, não é?”.

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Referências de pesquisa: motherteresacause . Entrevista de Kolodiejchuk ao La Stampa. Perfil no sítio oficial do Nobel da Paz 1979.

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Lalibela – Igrejas Monolíticas

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , on 17 de junho de 2011 by olavosaldanha

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Segundo um relato lendário, o rei Lalibela nasceu em Roha. Seu nome significa “a abelha reconhece a sua soberania”. Foi dado este nome devido a um enxame de abelhas que o rodeava em seu nascimento, sua mãe tomou como um sinal de seu futuro reinado como o Imperador da Etiópia.

O rei Lalibela disse que teve uma visão da cidade de Jerusalém e, em seguida, tentou construí-la como sua capital, em resposta à captura de Jerusalém pelos muçulmanos em 1187.

Muitos lugares, portanto, possuem nomes bíblicos – o rio que cerca a cidade é conhecido como o rio Jordão. Ela foi capital da Etiópia no final do século 12 e no século 13.

Todavia, o lugar hoje é mais conhecido em todo o mundo pelas suas igrejas monolíticas, feitas diretamente na pedra, construídas também durante o reinado do rei Lalibela. Segundo ele, Deus ordenou-lhe que construísse 10 igrejas monolíticas, e lhe deu instruções detalhadas quanto à construção e até mesmo suas cores.

Os trabalhos de construção começaram e a ser realizados com uma velocidade incrível, pois, segundo a lenda, os anjos se juntaram aos trabalhadores e à noite faziam o dobro da quantidade de trabalho que os homens tinham feito durante o dia.

Lalibela, na verdade, é hoje um pequeno e pobre vilarejo. É também o local de peregrinação mais importante na Etiópia, e abriga uma das construções feitas pelo homem mais incríveis do mundo.

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Referências de pesquisa: Orgãos de referências administrativas e turisticas da etiopia. Unesco (.unesco.org/). Tesouros da Etiópia – Zagwe Dynasty, escavadas na rocha Igrejas – Lalibela. imperialethiopia.org/history2.htm.. Zamani Project.

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Ritual da Circuncisão Feminina

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , on 8 de março de 2011 by olavosaldanha

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A religião sempre foi o ninho dos mais bizarros rituais, e o medo do divino sempre foi usado como arma de intimidação para subjugar o povo através de superstições e crendices. A prática da circuncisão feminina é uma dessas bizarrices, é difundida atualmente em 30 países, principalmente no Oriente Médio e na África.

No aniversário de Maomé, por exemplo, o ritual é feito de forma comunitária e as famílias de mais de 200 meninas recebem dinheiro para a circuncisão em massa em homenagem ao profeta. Os médicos usam tesoura para cortar partes do clitóris. Acreditam que as meninas não circuncidadas não podem permanecer puras depois de urinar e as orações jamais serão ouvidas.

A Organização Mundial de Saúde condena o ritual e considera uma barbárie. Muitas vezes o processo de cicatrização é longo e inseguro. O procedimento em si pode causar sangramento e infertilidade, e até mesmo levar à morte.

Desde 1997, o Egito proibiu a circuncisão feminina, exceto em casos de “necessidade médica”. Para driblar a lei e dar vazão às crendices religiosas, os pais recebem a visita de parteiras em casa, é muito mais barato do que no ambulatório. No entanto, pode ser fatal, uma vez que a operação é feita sem desinfecção e anestesia.

As imagens abaixo são muito fortes. Foram feitas pela fotógrafa Stephanie Sinclair, uma fotojornalista americana conhecida por explorar as questões mais sensíveis dos direitos humanos ao redor do mundo.

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Referências: Artgo Stephanie Sinclair (http://photography.nationalgeographic.com). UNICEF (http://www.unicef.org/). Artigo Foundry Photo Work Shop. WHO- World Health Organization (who.int).Site Oficial do fotográfo (stephaniesinclair.com).

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A Igreja de Hagia Sofia

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , , , , on 8 de novembro de 2010 by olavosaldanha

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A história da Igreja de Hagia Sofia, em Istambul, é espetacular. Impérios e conquistadores, revoltas populares e catástrofes naturais, foram seus algozes, mas ela permaneceu, como um memorial à arquitetura e à cultura de vários povos, em especial de bizantinos e otomanos. Nenhuma igreja guarda tanta história, nenhuma resistiu tanto.

Foi Constâncio II, que inaugurou a Hagia Sophia em Fevereiro de 360 DC.  Nas Crônicas de Sócrates de Constantinopla diz que a igreja foi construída por ordem de Constantino, o Grande. Uma grande parte dela foi incendiada durante tumultos em 404, quando o patriarca João Crisóstomo foi enviado para o exílio pelo imperador Arcádio.

Teodósio II ordenou que fosse reparada e reinaugurou-a em Outubro de 405.  Ela foi novamente destruída durante o tumulto da Revolta Nika, em janeiro de 532. Com o fim da revolta, outra reconstrução. Muitos materiais foram trazidos de todo o império, incluindo a pedra amarela da Síria e colunas Helênicas do Templo de Artemis em Éfeso. Mais de dez mil pessoas trabalharam até a inauguração em Dezembro de 537. Os mosaicos só foram terminados durante o reinado de Justino II (565-578).

Vários terremotos contribuíram também com danos em Hagia Sophia. Os sismos em Agosto e Dezembro de 553 e 557 causaram rachaduras na cúpula principal, e com o terremoto de Maio 558, o domo principal ruiu completamente. Desta vez foi Isodorus, o sobrinho de Isidoro de Mileto, que assumiu a restauração da cúpula. Ele elevou a cúpula em 6,25 metros, hoje com 55,6 metros.

Maomé chegou a dizer que o primeiro muçulmano a rezar em Hagia Sophia iria para o paraíso. Desde então, os líderes muçulmanos foram possuídos de uma grande ambição para conquistar o templo.

Em 1204, foram os cruzados os algozes, eles saquearam Hagia Sophia. Muitos belos mosaicos foram retirados e enviados para Veneza.

Em maio de 1453, o sultão do Império Otomano, Mehmet II, conquistou Constantinopla após um cerco de 54 dias. Para onde ele foi?  Diretamente para a catedral bizantina.  Mehmet II ordenou que a igreja fosse convertida em uma mesquita.

Com a transição da Hagia Sophia em mesquita, os mosaicos foram cobertos, caiados ou rebocados. Só em 1847, os irmãos Fosatti, numa restauração, acharam-nos, no entanto, ficaram cobertos até 1931, quando um programa de restauração e recuperação começou sob a liderança de Thomas Whittemore. Em 1934, Mustafa Kemal Ataturk ordenou que Santa Sofia fosse um museu. Hagia ficou conhecida como a “Grande Igreja”, ou em latim “Magna Ecclesia”.

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Referências: De Aedificiis by Procopius (http://gbgm-umc.org/umw/bible/procopius.stm), publicado em 561 AD. The description of the Hagia Sophia, 537 by Procopius (c.490/507-c.560s). Restaurando a Hagia Sophia por Harrington Spencer em archaeology.org. Patriarcado Ecumenico em ecclesia.com.br. DOGAN GUMUS, Byzantium, Constantinople and Istanbul, Istambul 1995.

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O Templo da Verdade – Prasat Sut Ja-Tum

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , on 6 de outubro de 2010 by olavosaldanha

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apresentação deste magnífico templo diz “Feito totalmente de madeira e preenchido com a verdade religiosa e filosófica, e mostra o que a civilização humana atingiu”. Está em construção há 30 anos, e levará cerca de mais 15 para ficar pronto, por este motivo a madeira já começa a se deteriorar sob o céu aberto.

É fascinante… Um edifício de madeira construído à mão. Tem a altura de 100 metros, aproximadamente a de um edifício de 20 andares. Nele, artesãos tailandeses revivem o conhecimento de longa data dos mestres do século 17. Tentam mostrar o pensamento e a alma das culturas orientais. É a imagem da relação entre o homem, o universo e o sagrado.

O templo não representa nenhuma religião específica, mas é uma tentativa de combinar as tradições religiosas dos países vizinhos. Tudo, absolutamente tudo é coberto com esculturas. Cada parte, cada recanto significa alguma coisa para a história do oriente e a cultura da Tailândia em particular.

Em um cartão de apresentação dado aos visitantes há um interessante texto referindo-se ao ocidente que nos leva a meditar. Diz: “Desde a época da Guerra Fria até hoje, o mundo está sob a influência da civilização ocidental, acentuada pelo materialismo e pela devoção a tecnologia avançada. Muitas áreas naturais foram degradadas, e os homens se afastaram de seus antigos valores de tal maneira que a moralidade e satisfação espiritual se tornaram irrelevantes para muitas pessoas.

O Templo da Verdade (Prasat Sut Ja-Tum) começou a ser construído por um excêntrico milionário tailandês chamado Lek Viriyaphan.

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Referências: Site Oficial: Copyright @ 2006 O Santuário da Verdade – Pattaya – Tailândia Todos os direitos reservados. http://www.sanctuaryoftruth.com E – Mail: info@sancturyoftruth.com. Hailand Holiday (thailandholidayhomes.co.uk). Pattaya Bangkok (pattaya.bangkok.com)

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Epifania Ortodoxa

Posted in Imagens e Letras with tags , , , , , , , , , , on 25 de setembro de 2010 by olavosaldanha

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“A religião é está presente na vida do homem desde que se escreveu ou se narrou o primeiro acontecimento da sua vida. É parte inseparável da trajetória humana. Agostinho de Hipona¹  já falava da inquietude na alma só preenchida por Deus.  Esta nova coluna que trago aos leitores do Imagens e Letras, tem como objetivo mostrar a diversidade de compreensões do divino; eventos, doutrinas, crenças, rituais e manifestações místicas. Sempre respaldada pelas imagens de fotógrafos e artistas do mundo todo.  A ética da religião é uma bússola útil na sustentação moral do mundo, mas quando sua mensagem cai nas mãos de homens hipócritas e impiedosos, torna-se ferramenta de imposição, preconceito e tortura. Venha, vamos conhecer e conversar sobre Religião.”

Olavo Saldanha

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Teofania pode ser compreendida como a manifestação de Deus em algum lugar, coisa ou pessoa, É um conceito de cunho teológico. Já a Epifania, é compreendida como a manifestação de Jesus Cristo como o enviado de Deus Pai. O mundo cristão celebra três momentos como Epifanias; a revelação de Jesus aos magos do oriente, a revelação de Jesus a João Batista no rio Jordão e a revelação aos seus discípulos.

Há uma relação próxima nos dois termos, porém, podemos usar dois acontecimentos para percebermos a diferença: A manifestação sensível da glória de Deus a Moisés² é uma Teofania. A revelação de Jesus como Cordeiro de Deus a João Batista no Rio Jordão³ é uma Epifania. Há ainda outro termo chamado “Cristofania”, que trata das aparições de Jesus pré-encarnado ocorridas no Antigo Testamento.

Como muitos cristãos ortodoxos, os habitantes da antiga povoação de Mlevo, na Russia comemoram a Epifania no seu templo chamado de São Salvador George. Após a liturgia, os fiéis seguem a procissão até a fonte especialmente construída no rio MSTA.

Os cristãos desta comunidade batizam durante o feriado da epifania como referência ao batismo de Jesus por João Batista no rio Jordão.

O fotógrafo e explorador Ivan Dementievsky esteve na região de Tver, na Russia, e visitou Mlevo.

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Referências: ¹ Agostinho de Hipona, confissões, Tomo 1,1. – ² Bíblia Sagrada Ex:33.18 – ³ Mc 1.9-11; Lc 3.21,22; Jo 1.32-34 – Mc 1.14-20; Lc 4.14-32; 5.1-11. – Igreja Ortodoxa no Brasil (catedralortodoxa.com.br).

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Meca

Posted in Não categorizado with tags , , , , , , on 21 de setembro de 2010 by olavosaldanha

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peregrinação
à Meca, cidade natal de Maomé e, para os muçulmanos, a cidade mais sagrada do planeta, transformou-se num espetáculo visual. Essa peregrinação é chamada Hajj. Em Meca existe uma grande mesquita que abriga em seu interior a Caaba. A Caaba é coberta por um manto negro que contém várias inscrições bordadas em ouro. Dentro da Caaba está a rocha sagrada que, segundo a tradição, caiu do céu e foi ofertada a Abraão. A rocha que era branca então ficou negra ao absorver os pecados do homem.

O devoto muçulmano deve dar 7 voltas ao redor da Caaba e depois beijar a pedra sagrada. Os peregrinos também atiram pedras, 49 no total, em três pilares que representam o demônio. Todos os peregrinos vestem o mesmo traje simples, composto de dois pedaços de tecido branco sem costura, um amarrado na cintura e outro colocado sobre o ombro. Essa tradição representa a igualdade dos fiéis aos olhos de Alá.

Este lugar é proibido para não-muçulmanos, porém, Sir Richard Burton em 1853, após muito planejamento e preparo, disfarçado de médico afegão, viajou para Medina e para Meca, onde visitou e fez esboços, correndo grande risco, dos templos sagrados do Islã. Embora não tenha sido o primeiro ocidental a empreender tal viagem (a honra cabendo a Ludovico di Barthema, 1503), a sua viagem, apoiada pela Royal Geographical Society, foi melhor documentada.

Personal Narrative of a Pilgrimage to El-Medinah and Mecca (1855-1856), uma visão enciclopédica do mundo islâmico, é considerada por muitos a sua mais importante narrativa de viagem. Vejam estas incríveis imagens dos peregrinos de Meca.

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